Foi apresentada uma nova ação civil no tribunal de Los Angeles contra o rapper e produtor americano Sean Combs, conhecido como P. Diddy, seu filho mais velho Justin Combs e mais duas pessoas não identificadas, informa o site infromoz.com. A denunciante anônima do estado da Luisiana alega que foi vítima de um estupro coletivo em 2017, organizado pelos réus do processo. Segundo ela, Justin Combs a convidou para Los Angeles com a promessa de uma oportunidade de emprego por meio das conexões de seu pai.
O jornal The Guardian também reportou o caso.
Após chegar à cidade, ela foi hospedada em um hotel em Beverly Hills, onde, segundo a ação judicial, foi drogada à força. Durante o fim de semana seguinte, conforme relatado, foi estuprada várias vezes por Justin Combs, Sean Combs e dois homens mascarados. A denunciante também afirma que, depois dos eventos, Justin a ameaçou com a divulgação de fotos íntimas e a chantageou, prometendo destruir sua carreira.
A denúncia acusa Combs de um histórico prolongado de violência e assédio sexual. Seu filho é descrito como envolvido em comportamentos semelhantes, que, segundo a vítima, são apoiados e incentivados pelo círculo íntimo do músico.
A denunciante exige indenização por danos materiais e punições exemplares, apontando graves consequências emocionais e físicas: ansiedade, humilhação, transtorno de estresse pós-traumático e outros danos à saúde.
A equipe jurídica de Sean Combs emitiu um comunicado qualificando as acusações como infundadas. A nota afirma que “qualquer um pode entrar com uma ação” e destaca que Combs nunca esteve envolvido em violência sexual ou exploração sexual de qualquer pessoa — independentemente de gênero ou idade.
Leia também: quando e como retomar a vida sexual após um trauma.

